sexta-feira, 31 de outubro de 2008

QUATRO GATOS PRETOS

Prá que tanto gato? Não sei mesmo o que fazer com todos. Seria o caso de entregar para doação; gato preto, não! Isso dá azar e é de mau agouro, diriam os supersticiosos. Quanto a mim, isso não me causa nada: gatos pretos, brancos, amarelos, rajados; todos são nada mais que pequenos felinos. Caso se tratasse de uma pantera negra, não seriam necessárias quatro; apenas uma meteria medo em qualquer vivente.
Pois é, por algum tempo possuí esses quatro felinos tão negros quanto o carvão, o piche e outras coisas pretas. Dois eram filhotes e os outros dois eram um casal. Quanto aos filhotes, nem soube o sexo; apenas sei que eram dois gatinhos pretos tais quais eram seus pais. Eram brincalhões como o são todos os gatinhos.
Hoje, contando esse fato, houve pessoas que se benzeram, lembrando de exclamar “cruz credo!”. Agora eu pergunto: por que algumas pessoas têm tanto medo de gatos pretos? Eles representariam ou simbolizariam algo de mal. Eles seriam a personificação do capeta? Afinal o que é capeta, senão aquele personagem criado para impor limites às crianças? Seria, também, aquele anjo mau, que castigaria quem praticasse o mal? Ou seria aquele personagem que tentasse as pessoas para que fizessem coisas erradas e pelas quais merecessem que esse tal personagem as levasse para o inferno – a moradia desse tal capeta?
Que má fama tem os gatos pretos? Há alguma prova contra eles? Pobres gatos, “pagam o pato”, simplesmente por causa da cor dos pelos que ostentam. Assim, não teria a quem doar esses bichinhos; teria que abrigá-los, sustentá-los; até quando?
E você, leitor, gostaria de ganhar um desses “lindinhos”. Caso queira, basta que poste um comentário, manifestando esse desejo.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

E AGORA, NEUCIMAR?

Acordamos, hoje, de ressaca. Não que tenhamos nos excedido em bebidas, que tenhamos nos embriagado no dia anterior. No dia seguinte às eleições, a gente sente a ressaca cívica do dever cumprido quanto ao sufrágio de nossos candidatos. Quer tenha sido da vontade de todos ou não, você, Neucimar, representou nas urnas a vontade da maioria dos eleitores vilavelhenses, não da unanimidade! Assim, durante os próximos quatro anos, vossa senhoria, como prefeito eleito, representará seu povo e governará um município com mais de trezentos mil habitantes. Lembre-se de que quase a metade dos eleitores se manifestou contra a escolha do seu nome para ser seu prefeito; a maioria venceu e, hoje, o senhor é o prefeito de todos, quer quisessem ou não.
Vila Velha é um grande canteiro de obras inacabadas e imprescindíveis para a circulação das pessoas, dos veículos, dos bens que se produzem e que se consomem nesta terra. Quando me refiro à circulação, quero dizer que ruas do município se encontram intransitáveis, quer pela falta de manutenção ou obras inacabadas; embora imprescindíveis, não serão concluídas na gestão do atual prefeito. Talvez, se esses melhoramentos, como a reurbanização das ruas e os trabalhos feitos no saneamento, que é o caso da macro drenagem, demandando continuidade durante exercícios, não fossem suas prioridades. A população de Vila Velha, tanto aquela representante da maioria como a totalidade necessita de solução para esses graves problemas, com que vossa senhoria irá se defrontar nos próximos meses.
Quanto a nós, população, queremos parabenizá-lo pelo sucesso de campanha eleitoral vencedora, bem orquestrada, com promessas de governança responsável, de continuidade e de melhores e dos avançados e dinâmicos processos administrativos. Também, nós esperamos que nossos constituídos do poder legislativo municipal lhe dêem o apoio para as justas realizações em favor de toda a comunidade. Nossa participação se efetivará apoiando as decisões favoráveis à municipalidade.
Resta-nos, como sempre, contar com o alto espírito democrático norteador de sua vida pública, voltada às ações de trabalho em favor de seus munícipes.

sábado, 25 de outubro de 2008

MEU SEQÜESTRO


De repente me vi cercado por vários garotos de rua, vestidos com roupas sujas, daquelas que nunca viram água e sabão. O destino desse vestuário será, inexoravelmente, o lixo. Havia ao todo cerca de cinco ou mais dessas crianças que dividem as ruas entre si, abordando transeuntes e lhes pedido algum trocado. Corri a mão no bolso do lado direito de minha calça e distribuí todas as moedinhas que alcancei. Pareciam satisfeitos, demonstrando gestos amistosos e, com isso, resolvi conversar como grupo, visando saber como retiram o sustento nas ruas, onde moram e de que vivem suas famílias; se freqüentam escolas, se, além disso, que ganham, têm outras rendas oriundas de algum tipo de trabalho. Enfim, eu fazia uma investigação completa. Não sei dizer por quanto tempo estivemos conversando, acredito que por algumas horas.
Já me preparava para sair e chegaram mais três habitantes de rua, garotos maiores, certamente adolescentes. Dois deles vestiam-se com camisas do flamengo e exibiam nas cabeças daquelas tocas feitas com velhas meias femininas, o outro, igualmente aos primeiros, vestia-se de roupa suja: uma camisa de malha tão grande que parecia mais ser um vestido, nem se podia ver se usasse bermuda. Com a chegada dos novos menores, nossa conversa evoluía para durar mais tempo. Com certeza, eu teria mais respostas às minhas indagações e tudo se parecia que aquele encontro permaneceria no mesmo clima de entendimento amigável. Enganei-me! Esses recém chegados, fazendo gesto brusco empenharam armas ameaçadoras e avisaram que aquilo era um assalto. Tentei lhes oferecer algum dinheiro; eles, porém, assoviaram e logo dois meliantes adultos me colocaram vendas e, sob a ameaça de armas de fogo que me cutucavam as costelas, enquanto dois me guiavam pelos braços e me ordenavam para que lhes obedecesse, que ficasse “bonzinho”, senão, ali mesmo me executariam.
De olhos vendados e sob as constantes ameaças tangíveis, eu, se quisesse permanecer vivo, o melhor que faria era mesmo obedecer. Enquanto eu era levado, não sei para onde, ouvi a seguinte conversa: “- Gente, hoje nóis tivemo sorte: pegamos peixe grande! A gente leva o coroa para lá, telefona para a gente dele, pedindo o resgate e tem que ser uma grana preta, esse véio é daqueles que anda malado. Quando nóis chegá lá, a gente conversa prá vê quanto a gente pede prá soltar o homi”.
Depois do que ouvi e sentindo aqueles trabucos me cutucando as costelas, eu não tinha dúvidas. Estava mesmo seqüestrado e havia no bando gente que eu só ouvia falar: deviam ser criminosos profissionais e de alta periculosidade. Mas, numa situação dessas, o que se deve fazer? Melhor, mesmo, era fazer aquilo que fazem pessoas que têm juízo, não tinha dúvidas: obedecer.
Desse momento em diante nada mais ouvi, pois me jogaram num porta malas de um veículo e saíram em alta velocidade. Para onde me levavam? A partir daí, imaginava o que poderia me acontecer: Será que imaginavam realmente que eu fosse pessoa de posses? Ou teriam se equivocado e me tomado como refém, imaginando que eu fosse outra pessoa? Não tendo como pagar um resgate de quantia exorbitante, qual seria meu destino? Você, leitor, já se imaginou metido numa encrenca dessas?
O ronco do motor de um carro que, certamente, tinha perfurações no silencioso, seria capaz de ruído como esse que eu ouvia e mais: cada buraco, cada ressalto na pista, eu sofria toda a sorte de pancadas. Tudo isso me deixava, a cada momento, mais fraco, mais impotente e mais incerto do meu destino. Depois de algumas horas, que me pareceram um século, finalmente aquele carro, que mais se parecia com instrumento de suplício, parou. Ouvi o toque cadenciado da buzina, como se estivesse produzindo sinais em código. Ouvi pessoas conversando e tive certeza: aquelas vozes eram estranhas; nada se parecendo com a fala dos garotos, nem dos primeiros e nem daqueles que me renderam. Imaginei que a turma era de tal forma organizada, que em cada etapa, havia o revezamento das equipes – certamente de uma grande quadrilha, que tinha na ponta menores infratores, mantidos e organizados por uma entidade bem estruturada.
Pensando bem, a incerteza tomava conta de mim. Será que não teriam cometido equívoco, seqüestrando pessoa errada, que estava no local e na hora errada? Mas se o escolhido tivesse, mesmo, sido eu, como minha família faria para conduzir negociações com os seqüestradores? Dependendo do valor do resgate, não teriam como juntar recursos, pois nossas posses mal poderiam cobrir um resgate, a menos que fosse dividido em suaves prestações e, ainda, utilizando cartão de crédito.
Depois de alguns minutos, que me pareceram uma eternidade, fui, ainda com olhos vendados, conduzido para o interior de um imóvel, que exalava odor de coisas emboloradas, provavelmente sem ventilação. Ouvi, em seguida: “ - Deixem nossa encomenda a sós e deixem que retire a venda dos olhos”. Quando abri os olhos percebi a claridade que entrava pelas frestas das persianas do nosso quarto e Anésia dizia: “ – Lembre-se que hoje é sábado e nosso primeiro compromisso e ir à feira de produtos orgânicos”. Felizmente nada acontecera nesta madrugada, exceto esse pequeno pesadelo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

NOVAMENTE AS COTAS RACIAIS...


As cores servem como parâmetro para julgar aparências? Descendentes de povos de raça negra devem ser privilegiados nos concursos? Por causa da cor da pele ou por descenderem de raça inferior? Existe alguma raça que deva ser considerada superior? E quem é miscigenado com raças branca, negra, amarela e vermelha? Que raça teria sorte de ser privilegiada? Acaso o sangue que lhes corre nas veias tem outra cor que não seja a vermelha?
Que fique longe de mim o preconceito de raça; qualquer que seja a descendência. Segundo penso, uma só coisa deveria privilegiar a todos: a competência demonstrada na eficiência, no aproveitamento do aprendizado, enfim, na capacidade de melhor fazer, de melhor desempenhar e alcançar melhores resultados.
O princípio da eqüidade, que faz o julgamento ser imparcial, que dá a todos o direito de serem iguais perante a lei, sem distinção de raça, de classe social, de credo religioso, que privilegiasse a todos estritamente com o princípio consagrado da justiça.
A criação de cotas nos vestibulares, nos concursos para provimento de cargos públicos, nada mais me parece do que atos de demagogia para demonstrar-se a favor a privilégios corporativistas de castas raciais, de castas religiosas e de castas sociais. Em nome de privilégio, na realidade, quem aceita o favor de cotas excludentes sinaliza concordância com situação de inferioridade. Esses preitos, de certo modo, derivam do desejo de premiar hoje quem no passado sofreu a exclusão como pessoa, causada pela segregação do escravagismo? Aceitar, hoje, o regime de cotas, mesmo para quem delas se beneficie, é continuar compactuando com a inferioridade dessas ou daquela raça. Mais excludente é aquele que aceita favores que o julgam, de certo modo, inferior. Inferior é aquele que aceita o rótulo.
Existe preceito que determina proteção ao aproveitamento dos deficientes, ou seja, daqueles que têm necessidades especiais, visando sua integração como pessoas normais no trabalho, que tenham oportunidades de ascensão social; às vezes subestimando capacidades superiores às dos indivíduos ditos normais. Com freqüência surgem como expoentes nas artes e no trabalho, não só demonstrando capacidade idêntica e, não raro, superiores, executando coisas com perfeição inimaginável. Mas, entendo que tal reserva é justa, não criando nenhum privilégio; apenas compensando deficiências impostas pela natureza.
Tudo o que eu disse acima, tem como finalidade fazer com que as pessoas se julguem e se tratem com igualdade, dêm oportunidades idênticas, mantendo sempre o sentido da justiça, que não privilegia nem exclui a quem quer que seja. O que me parece, quando reflito sobre esse tema de cotas, é a existência de intenção velada da manutenção de idéias conflitantes entre os grupos raciais diversos, simplesmente por demagogia política. Demagogia quando dizem ser favoráveis a privilégios e quando demonstram compensar deficiências raciais com o favor de cotas que tenham como parâmetro essa ou aquela descendência racial. Isto não é verdade porque somos todos iguais perante a lei! Ou não somos?

terça-feira, 21 de outubro de 2008

ATROPELAMENTOS

Praticamente em todos os dias, os noticiários falados, escritos e televisivos estampam notícias de pessoas atropeladas nas ruas da Grande Vitória e nas vias federais e estaduais que atravessam vilas, povoados e cidades de norte a sul do Estado. E esses eventos atraem sempre multidões de curiosos, enquanto se aguardam por socorro e remoção dessas vítimas, às vezes, fatais. São pequenos carros, autos do transporte coletivo, composições férreas, carretas e motocicletas, que causam esses atropelamentos de pessoas pedestres, motoqueiros e de animais (cães, gatos, muares e eqüinos).
De quem é a maior responsabilidade por esses sinistros? Pedestres idosos e, também, quaisquer outros desatentos, contribuindo, de forma efetiva, os excessos de velocidade e igualmente desatenção dos motoristas condutores.
Quais seriam as causas de tamanha desatenção? Os idosos, embora atentos, têm três causas a serem imputadas: falta de acuidade visual, principalmente aquela que permite calcular a distância em extensão, a audição, freqüentemente diminuída nas faixas etárias mais avançadas e a lentidão da caminhada distorcida entre o que a mente imagina, comparada com a velocidade real diminuída, agravada pela idade. Imagine um surdo, enxergando pouco e caminhando lento, tem três possibilidades de ser colhido por algum veiculo em movimento. Bom até aqui, falou-se especificamente dos idosos exponencialmente vítimas. Mas há indivíduos de idade adulta, jovens adolescentes e crianças, engrossando as estatísticas.
Agora, veja-se o que ocorre com os atropeladores: motoristas de coletivos cansados pelas longas jornadas de trabalho, recursos escassos para honrar compromissos, enfermidades na família, desagregação familiar, sentimento de baixa estima, tornam os indivíduos desatentos e dispersivos. Todos esses fatores associados podem levar à falta de atenção, que quase sempre oferece graves riscos de sinistros, tais como acidentes e atropelamentos. Há, ainda, a imperícia de condutores, quer não executando o trabalho como recomendam as técnicas ou negligenciando, abusam da velocidade regulamentar. Pode ainda existir o agravante do consumo de bebidas alcoólicas quando dirigem. Embora a causa seja rara, não se pode descartar a ocorrência de falha mecânica (quebra de freios e de direção), embora raros.
As notícias recentes deixam a população apreensiva, pois qualquer um de nós, especialmente se estiver na faixa da terceira idade. Portando todo cuidado deve ser tomado, quando qualquer um de nós pedestres, tivermos que dividir a rua com veículos automotores, tenhamos cuidado! E a vocês motoristas e motociclistas: sejam prudentes! Preservem a vida dos pedestres!

CIÚME MÓRBIDO

O que leva uma garota assumir um namoro, com apenas doze anos de idade? A culpa seria da libido? Aquela propriedade que seres se sentem atraídos por indivíduos do sexo oposto, apenas. Lindemberg, com dezessete anos, adolescente ainda imaturo, coisa que nos indivíduos do sexo masculino, se amadurece pouco mais arde. Nesse momento, esse namoro nada mais era do que atração física causada, certamente, pela forte libido sentida por ambos.
Eloá, aos quinze anos, experimentando as tendências possessivas do parceiro, em atitude amadurecida, já sabendo distinguir seus verdadeiros anseios, seus verdadeiros objetivos, pôs fim a um relacionamento de fantasias infantis de quando tinha apenas doze anos, corpo de mulher e mente de criança. Que se pode pensar sobre o estado psicológico de alguma menina nessa idade?
Hoje, Lindemberg, aos vinte e dois anos, assassino atirado a um cárcere repleto dos mais experientes meliantes; Eloá sepultada aos quinze anos, num local de onde apenas seu espírito liberto experimenta a eternidade.
Destino de descendentes de famílias que experimentaram as agruras da incerteza de quem migrou da aridez da terra nordestina e, aqui, prematuramente, Lindenberg, transformado agora o assassino da pessoa por quem nutria amor mórbido e Eloá, de origem idêntica, parte para todo o sempre. Seu espírito de menina adolescente permanecerá na mente de milhões de brasileiros, comovidos pela crueldade de como lhe foi subtraída a vida, uma vida de uma nada mais que menina. Nada mais poderá interferir no seu destino; quanto ao seu algoz Lindemberg, aos vinte e dois anos, apenas ingressando na vida adulta, o futuro próximo lhe reserva o castigo da privação da liberdade física e o pior de todos: a prisão no interior da consciência, que o torturará por tantos quantos forem os dias da sua vida. Será ele capaz de suportar tamanha culpa, inclusive de ter subtraído a vida de quem poderia fazê-lo feliz?
A mãe de Eloá, publicamente, disse ter perdoado ao assassino de sua filha; esse perdão, embora verdadeiro, não redime Lindenberg da culpa. Pela lei dos homens será julgado e condenado; quando à Lei de Deus, só a Ele cabe saber e conhecer se terá perdão.
E você, leitor, qual seu julgamento para esse caso?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

COMO COMBATER O SEDENTARISMO MENTAL?

Sedentarismo mental! Isto existe? Ou será mais uma das invenções daqueles que não tem o que fazer? Pois, fiquem sabendo que eu acredito mesmo nisso e noutras coisas que essa gente pensante dita como coisa certa e axiomática. São excentricidades para ocupar a mente dos menos avisados? Ou é coisa certa e inconteste. Para início de conversa, se você se aposentou, seja lá por que razão, com certeza deverá saber o que é “SEDENTARIMO MENTAL” e se você não tomar atitudes, será atropelado pela forma mais grave – a inércia que o levará a um estado letárgico irreversível – uma forma doentia e de reversão difícil, mas não impossível. Falo do assunto com experiência própria:
Retornando ao início da vida, você já percebeu como são velozes os espermatozóides? O combate à inércia, que pode caracterizar o sedentarismo físico, pode ser combatido com movimentos corpóreos, feitos regularmente. Disse regularmente, ou seja, com freqüência. Por analogia, quando alguém se aposenta e entende que descanso inclui inércia mental e se desliga de pensar, de buscar soluções. É o império da “lei do menor esforço”, que norteava “Jeca Tatu”, aquele personagem criado nas histórias infantis por Monteiro Lobato, o mesmo que criou próximo a Vila de “Tucanos” o “Sítio do Pica pau Amarelo”, que tinha nessa lei, o nome para designar o ócio de que o personagem era portador. Bom, já alcançamos conhecimento do que significa sedentarismo mental. Combatê-lo passa por ações de raciocinar, calcular, jogar cartas, fazer palavras cruzadas, ler e escrever. Combatendo essa inércia, chamada sedentarismo mental, na ativação das comunicações inter neuronais, haverá chances de prolongamento da vida e das próprias qualidades. Embora inexistindo provas, há quem garanta que isso ajude a retardar um mal, que ronda os idosos – o Mal de Alzeimer. Verdade ou mito, uma coisa é certa, as atividades físicas e mentais trazem melhor qualidade de vida nesta que pode ser chamada de “a melhor idade”.